Archive

Archive for the ‘Reviews’ Category

Mini-review ao Apple MacBook Pro

November 11th, 2008 1 comment

Mini-review ao Apple MacBook Pro

O Mobilidades.net e a Madtech.com.pt tiveram a oportunidade de contactar durante algumas horas com o novo MacBook Pro – versão base.

Embalagem

Como já seria de esperar, a nova embalagem do Macbook Pro é de reduzidas dimensões e consequente menor de plásticos ou esferovite utilizados no acondicionamento do produto. A Apple refere que este processo faz parte das politicas ambientais, mas enquanto consumidores ficamos mais impressionados com a elegância e eficácia da arrumação (incluindo o aspecto WOW!) do que preocupados com o ambiente. Aliás, se a Apple estivesse mesmo preocupada usava outro tipo de materiais que não o plástico.


Dentro da embalagem está o portátil em si, manuais e DVD’s com drivers e sistema operativo MacOS Leopard, carregador, bateria e pano de limpeza.

O MacBook Pro

Sem esperar mais, vamos ver como é este novo MacBook Pro. As semelhanças com as linhas curvas do MacBook Air são óbvias, ou não fossem baseados na mesma tecnologia de construção. Aliás, este detalhe e a adopção do chipset nVidia são as principais novidades deste Mac.

Exteriormente, o design elegante e sóbrio é o factor dominante. A luz branca da notificação de suspensão assim como o receptor de infra-vermelhos foram alterados para dois pequenos rectângulos estilo “high-tech” e os cantos foram arredondados. É curioso verificar que não existe um único parafuso em todo o portátil, fruto da construção a partir de um bloco de alumínio. A única excepção é na parte inferior do mesmo, para tapar o compartimento da motherboard e memórias.

Como é habitual nos portáteis da Apple, do lado direito temos apenas a drive de leitura óptica (superdrive) e do lado esquerdo todas as portas de input/output. Na nova edição dos MacBooks, a Apple excluiu a porta Firewire normal alegando que o standard USB 2.0 permite velocidades comparáveis aos 400Mbit/s. Todavia, os fabricantes de acessórios que investiram naquele formato perdem em termos de compatibilidade.


Temos, finalmente e por ordem, as seguintes ligações:

  • Ligação à electricidade (fecho magnético);
  • Porta Ethernet gigabit;
  • Porta Firewire 800;
  • Duas portas USB;
  • Saída Mini DisplayPort;
  • Áudio in/out;
  • ExpressCard Port;
  • Fecho para cadeado tipo Kensington.

Uma vez mais a Apple exclui não só a saída VGA/DVI mas também o seu próprio standard MiniDVI. Os proprietários de monitores Apple terão de adquirir um adaptador Mini DisplayPort-MiniDVI.

No que toca à parte superior do MacBook Pro, o centro é dominado pela habitual maçã que brilha consoante a luminosidade aplicada ao ecrã.

Interior

A grande diferença entre esta e a versão anterior é o tipo de ecrã. A grande superfície de vidro ocupa toda a área superior do portátil, deixando apenas uma pequena margem para o alumínio. Todavia, em termos de visibilidade, o vidro prejudica bastante a utilização do MacBook ao ar livre, assim como o contraste. Como possuidor de um MacBook de geração anterior, considero o ecrã do novo Mac inferior em termos visuais – isso foi bastante notório durante as horas de review.

Por outro lado, a Apple gosta de “deliciar” os seus clientes de todas as formas possíveis e imaginárias e compensa da melhor forma: Esta funcionalidade pode parecer trivial, mas é extremamente útil. Quando o utilizador está a trabalhar num local mais escuro, o brilho do ecrã baixa automaticamente e as teclas ficam iluminadas, com brilho variável e regulado automático ou manualmente via teclas F5 e F6. Em termos de teclado, este é igual aos mac’s de geração anterior mas é preto. Foi uma escolha acertada já que combina com o ecrã e não suja tanto como as teclas brancas.


Uma outra novidade foi o trackpad: o grande botão que antes ocupava cerca de 30% de toda a área foi embutido no próprio trackpad, assim como o material utilizado: mais liso e de fácil deslocamento dos dedos sobre este. Existem uma série de “gestures” que permitem rodar e ampliar uma imagem, incluindo novos toques quer permitem passar de imagem em imagem. Considero esta estratégia curiosa, mas ainda acho que as teclas de direcção e rato fazem o trabalho melhor e sem confusões.


Especificações

A grande novidade da Apple foi a inclusão do chipset da nVidia e respectivos GPU’s 9400M e 9600M GT, a primeira com 256MB DDR3 partilhados com a memoria principal e a segunda com a mesma quantidade de memoria mas dedicada. Neste ponto, é de salientar o pormenor do MacOS escolher qual gráfica usar em cada momento, optando pela 9400M (mais económica em termos energéticos) em caso de alimentação por baterias ou pela 9600M GT caso o MacBook esteja ligado à corrente ou a correr alguma aplicação exigente em termos de gráficos.


O processador já é um “velho” conhecido, o MacBook Pro em review vem acompanhado com um Intel Core2Duo de 2.4GHz (3MB de cache L2 e 1066MHz de FSB). A memoria principal é de “apenas” 2GB DDR3 com um máximo até 4GB e o disco é de 250GB Sata a 5400RPM.

Como seria de esperar, as poucas horas de contacto com o portátil não foram suficientes para uma análise detalhada em termos de performance, muito menos com aplicações e jogos. Todavia, quem já teve contacto com um MacBook a correr MacOS Leopard tem noção que estas especificações permitem uma enorme fluidez gráfica e tempos de resposta muito reduzidos. A experiência de utilização é claramente acima da média, mesmo comparativamente a um MacBook da geração anterior (non-pro).

Autonomia

Com o wifi ligado, de acordo com o proprietário do portátil em teste, a bateria de iões de lítio permite até 4 horas de trabalho. Eventualmente, com o brilho do ecrã reduzido, poderá chegar até 5 horas de trabalho. Como este valor não foi verificado no teste, abstenho-me de opinião.

Conclusões

Eventualmente poderíamos falar de outros detalhes nesta mini-review, nomeadamente sobre o pormenor técnico da construção a partir de um único bloco de alumínio – algo que a Apple considera inovador embora já o tivesse feito com o seu MacBook Air. Todavia o próprio fabricante tratou de publicar imensos artigos e vídeos sobre o processo, pelo que o próprio Steve Jobs ou o responsável pelo desenvolvimento técnico da Apple saberão explicar melhor do que eu. Uma coisa é certa: para os proprietários de um MacBook Pro actual a novidade será apenas o peso ligeiramente mais reduzido e a ausência de parafusos – para quem pensa comprar um MacBook non-pro é que fica verdadeiramente satisfeito: passar de plástico para alumínio é muito, muito bom.

Em termos gerais, a família de portáteis da Apple ganha um novo chipset e um novo conjunto de GPU’s capazes de performances superiores à plataforma Intel (nos non-pro que usavam a X3100). Para quem possui um MacBook Pro já equipado com uma nVidia 9600M GT acho que não deve adquirir, para já, um novo portátil.

O novo método de construção, ecrã em vidro e iluminação com LED’s “instant on” são apenas “detalhes” secundários que no final só vão impressionar em termos visuais.

Todavia, em termos de ergonomia, a Apple continua a “teimar” com o facto de colocarem as portas USB muito próximas umas das outras (ou então poderiam incluir uma no lado da Superdrive), em não incluir uma saída para projector “standard” (fizeram pior, abandonaram a sua própria porta miniDVI) e – o que não se compreende num portátil feito para multimédia) – a falta de um leitor de cartões.

No final, por mais aspectos negativos que poderíamos encontrar, o MacBook Pro deixa muita água na boca, especialmente quando vemos o monitor a adaptar automaticamente o seu brilho ou as luzes do teclado… Fantástico, porque é que nunca ninguém pensou nisso antes??

Especificações Completas
Preço: 1800€

Categories: Notícias, Opinião, Reviews

Review à Capa em Pele Proporta para o Asus EeePC série 900

October 21st, 2008 No comments

Apesar dos problemas com os acessórios do HTC Diamond, a Proporta e o mobilidades.net vão manter o ritmo das análises e reviews. Desta feita vamos falar de um produto não destinado aos PDA’s mas sim para o Asus EeePC.

Capa em Pele Proporta para o Asus EeePC série 900

Embalagem

Como seria de esperar, uma capa deste tamanho não poderia vir numa caixa de cartão devido ao peso excessivo e tamanho. A embalagem de plástico de abertura fácil permite ver rapidamente o produto e vem acompanhada de várias imagens na parte traseira.

É simples, fácil de abrir (uma boa escolha – basta relembrar as dificuldades que o utilizador tem para abrir uma daquelas embalagens plásticas fechadas a quente) e protege o produto do pó. Todavia, devido ao material maleável, esta embalagem é susceptível a danos durante o transporte, o que é visível nas imagens.

A capa em pele

A Capa em Pele Proporta insere-se na mesma gama do seu congénere para PDA, ou seja, capas de design sóbrio e elegante, pele de alta qualidade, costuras em branco para maior contraste e o logótipo da marca em metal. Uma vez mais, tudo com a qualidade que a Proporta sempre nos habituou. Por outro lado, a capa para o EeePC não vem acompanhada com a folha de alumínio da série Alu-leather – mas por motivos óbvios. Como netbook, o ecrã do EeePC encontra-se já protegido pela tampa do portátil, pelo que aquele tipo de protecção extra não é só desnecessário como iria aumentar a espessura do conjunto.

Exteriormente, o material usado é mais resistente e grosso, embora susceptível a riscos devido à pele macia. Como é relativamente maleável e esponjoso, protege eficazmente o EeePC contra pancadas e riscos. As laterais não têm qualquer protecção, mas temos de ter em conta que o EeePC não é um PDA e é transportado normalmente dentro de uma mala, com a traseira virada para o fundo da mesma. Ora, nestas condições, as laterais ficam mais do que acondicionadas, salvo se o utilizador colocar chaves ou outros materiais ao lado. Com esta capa o EeePC pode ser transportado também em mão, já que o cabedal não absorve tanto a transpiração da mão como a bolsa em neoprene que acompanha o portátil, tornando o transporte agradável.

Na parte inferior da capa temos o fecho magnético e orifícios de ventilação, coincidentes com os mesmos do EeePC.

Interior

O pequeno portátil é fixo no interior da capa com uma faixa de pele mais fina com as aberturas para o touchpad, luzes de estado, leitor de cartões e saída/entrada de áudio. Não sei se é defeito da minha unidade, mas só consigo aceder à entrada do microfone na respectiva abertura, a saída de auscultadores fica sempre tapada. As imagens encontradas no site da Proporta mostram que a abertura deveria dar para ambos conectores.

 

 

Por outro lado, na parte superior, temos diversos bolsos extremamente úteis: um primeiro que ocupa toda a largura da capa, suficiente para papéis A5 ou envelopes, outro mais pequeno do tamanho de cartões de crédito e dois bolsos para cartões SD. A inclusão dos bolsos para cartões prova o cuidado da equipa de design em adaptar a capa às necessidades específicas do EeePC, já que muitos utilizadores utilizam cartões de alta capacidade (SDHC) para aumentar o armazenamento ou cartões de alta velocidade para armazenar programas.

 

Uma das preocupações que surgiu foi a capacidade do ar circular com o portátil encaixado na capa. Na zona da bateria, porventura a mais importante, o ar circula normalmente já que os apoios da bateria levantam o corpo do portátil deixando um pequeno espaço de lado a lado onde o ar pode sair. Na zona do touchpad, o EeePC fica literalmente “enfiado” na capa, mas esta é larga o suficiente para deixar um espaço de 2 ou 3 mm entre a parte inferior do portátil e a grande abertura do touchpad, deixando o ar sair. Em utilização com bateria, não noto nenhum esforço suplementar do sistema de ventilação para arrefecer o Intel Atom.

Conclusões

Em utilização, a capa permite uma protecção activa do EeePC, especialmente contra a superfície na qual colocamos o portátil para trabalhar. Com ela, podemos por exemplo colocar sem receio o Asus num muro de cimento ou outra superfície que normalmente iria sujar ou riscar o equipamento. Esta é a grande vantagem que lhe aponto, o facto de não ser necessário tirar o portátil para começar a trabalhar. Um outro ponto, curiosamente já relatado num post do mobilidades.net, é que os cantos do EeePC deixam de ficar sujos devido ao atrito com o neoprene. Em termos de aspecto, a capa é sem dúvida muito mais elegante do que a bolsa de fábrica.

Por outro lado, por erro de produção desta série (já que as imagens de promoção da marca mostram que tudo foi bem medido), a saída de auscultadores do EeePC fica sempre tapada pela capa, o que é um pequeno entrave para quem costuma ouvir música enquanto trabalha. Um outro detalhe, talvez nem será assim tão negativo, é a espessura adicional que a capa dá ao pequeno portátil. Os 6mm tornam o conjunto bem “grosso” – mas isso é um pequeno senão face à protecção oferecida.

Para terminar – e este ponto é um grande ponto negativo para os clientes habituais da Proporta – é o preço deste produto: cerca de 30€ por uma capa em pele de grandes dimensões face ao tamanho das capas para PDA. Não digo que o preço é elevado – pelo contrário – mas então que se baixe consideravelmente o preço das capas para PDA já que levam muito menos material, no momento uma capa para o HTC Diamond custa mais 10€!

Pontos Positivos:

  • Protecção;
  • Elegância;
  • Qualidade do material;
  • Bolsos extra para documentos e cartões SD.

Pontos Negativos:

  • Falha na abertura para as saídas áudio;
  • Espessura da capa;
  • Preço – mas de outras capas mais pequenas.

A Capa em Pele Proporta para o Asus EeePC série 900 custa 29.95€ (com IVA) e pode ser adquirida aqui.

Categories: Notícias, Opinião, Reviews

Review ao Asus Eee PC 901 (”Linux”)

October 3rd, 2008 68 comments

Sobre a Asus

A ASUSTeK Computer Inc. (ASUS) é um fabricante de hardware sediado em Taiwan. Fundada em 1989 por antigos engenheiros da Acer, a Asus é especializada no fabrico de motherboards, placas gráficas, unidades de leitura ópticas, portáteis, entre outros.

A ASUS fabrica também através de ODM (Original Design Manufacturer) componentes para outras empresas, nomeadamente para a Sony (PlayStation 2), Apple (iPod, iPod Shuffle, MacBook), Alienware, Falcon Northwest, HP e Compaq, tornando-se num fabricante líder de mercado, com lucros anuais na ordem dos 6.9 biliões de dólares.

A linha Eee

A Asus foi o primeiro fabricante a apostar forte no segmento dos sub-sub-laptops, ou netbooks, com a sua linha Eee (de “Easy to learn, Easy to work, Easy to Play”). O objectivo destes pequenos portáteis é simples: permitir o acesso à Web, email e Office através de um dispositivo pequeno, leve e prático, com grande autonomia, mas sem as limitações de um PDA. Os primeiros modelos (série 700) foram o apanágio da mobilidade: poucos GB de disco SSD (solid-state drive), sistema operativo Linux (xandros) “stripped down”, expansibilidade via cartão SD, memória de 256MB, saída de som e VGA, ecrã de 7” e – a grande vantagem – preço substancialmente inferior a um PDA topo de gama. Os primeiros Eee foram vendidos a poucos mais de 200€, constituindo uma óptima relação qualidade/preço.

Por outro lado, muitos “power users” exigiram ecrãs maiores, mais memória e melhores processadores, permitindo a compatibilidade com suites de aplicações como o Office 2007 ou outro software, substituindo em muitas ocasiões o portátil “clássico”. A linha Eee amadureceu a aumentou o seu leque de soluções, uma ideia aproveitada pelos outros fabricantes que rapidamente desenvolveram linhas de dispositivos semelhantes. Neste contexto surgiram as linhas 900 e 1000, adoptando processadores Intel Atom, discos rígidos convencionais, mais memória e ecrã de 9 ou 10”.

A tabela de características pode ser consultada aqui.

O Asus EeePC 901

O 901 é um netbook de 8.9” (1024×600), com wifi, bluetooth, 1GB de RAM DDR2 667MHz, processador Intel Atom de 1.6GHz (overclock até 1.8), três portas USB, dois microfones, porta Ethernet, entrada e saída de som, leitor de cartões SD, webcam de 1.3MP e sistema de colunas integradas estéreo. O disco é um SSD de 4+16GB, onde o de 4 é substancialmente mais rápido do que o de 16GB.

Na caixa, o 901 é oferecido com uma bateria de 6 células e 6600mAh, capaz de alimentar o Eee até 7.2 horas caso da versão Linux ou até 8h na versão Windows XP. O pequeno portátil vem acompanhado por um saco de transporte de neoprene, carregador de bateria e dois cd’s, um deles com o sistema operativo (neste caso o xandros) e um cd com os drivers – imagine-se – para o Windows XP.

O xandros é uma distribuição Linux baseada no Debian, mas devido a algumas limitações na instalação de software, muitos utilizadores optam pelo Ubuntu Mobile ou mesmo Windows XP. No caso do Eee 901 em teste, apesar de ser distribuído com o xandros, foi instalado posteriormente o Windows XP SP3, pelo que o artigo será centrado na funcionalidade com o Windows e não no Linux.

Aspecto Físico

O Asus Eee 901 é construído em plástico ABS, com grande resistência a choques, riscos e sujidade. Apesar do leque variado de cores disponível, o 901 é vendido em Portugal tipicamente em branco-pérola. Gostei da rigidez aparente do chassis, não senti nenhum “ranger” do plástico e todas as portas de comunicação estão bem posicionadas.

No que toca às dimensões e peso, o 901 acusa 225mm de largura, 175.5mm em altura e 22.7mm/39mm de espessura (frente/trás). O peso fica-se nos 1.1Kg com bateria.

Em termos de teclado, apesar das dimensões generosas e boa profundidade, a sua utilização requer alguma paciência e habituação devido ao posicionamento e forma um pouco estranhas de algumas teclas. Por outro lado, não gostei da qualidade de construção, com alguns botões com aspecto solto e não nivelados com os restantes. Se este Eee fosse um modelo de exposição, tais defeitos seriam compreensíveis mas nunca numa unidade selada de fábrica.

O 901 vem acompanhado de quatro botões extra, dois deles personalizáveis pelo utilizador. Os dois primeiros servem para desligar o ecrã e mudar a resolução do mesmo, respectivamente e os restantes para a iniciação de programas. No meu caso optei pelo Firefox e pelo Windows Mail.

Na parte inferior, o 901 mostra um grande compartimento onde estão instalados a memória, disco SSD e placa wireless. O disco SSD e a placa encaixam numa porta mini PCI e a memória num único slot SODIMM normal. Esta configuração é especialmente engraçada para os adeptos do modding, já que surgiram muitos tutoriais na internet sobre como instalar um disco rígido de 2.5” normal ou uma antena de ganho elevado na placa wireless.

No que toca às laterais, do lado esquerdo temos a entrada Ethernet, uma porta USB e um orifício para prender um cadeado. Do lado direito, temos a entrada de alimentação, saída VGA, duas portas USB e o leitor de cartões. A parte frontal do Eee 901 mostra apenas quatro led’s de notificação (power, bateria, disco e wireless) e o tampo superior é completamente branco-pérola com a excepção do logo “Eee” a cinzento no canto superior esquerdo (de quem olha de frente). A parte do monitor é dominada completamente pelo ecrã de 8.9” com a webcam em cima e os dois microfones em baixo com o logótipo “Eee PC” em metal.

 

 

Software

Este modelo em particular vem com o sistema operativo Xandros, uma versão baseada no Debian. Pelos curtos minutos que “sobreviveu”, reparei que esta distribuição vem equipada com o Open Office, programas de entretenimento para crianças, programas científicos (desenho de gráficos, cartografia celeste, tabela periódica, entre outros), um programa de edição de imagem, skype e pouco mais. Devido às necessidades específicas que tinha para este 901, optei por instalar o Windows XP SP3 (versão nLite) através de pen USB como explicam estes tutoriais (nLite e pen disk).

Apesar de ser possível instalar a versão completa do cd do Windows, temos por consequência pouco espaço no disco de 4GB e constantes avisos de poucos MB disponíveis, mesmo depois de desligar o serviço de paginação do Windows. É recomendável instalar sempre o SO no disco mais pequeno devido à sua maior rapidez como será demonstrado mais adiante. No que toca aos drivers, com excepção da webcam (o utilizador terá de ter cuidado para não desactivar o suporte da mesma durante a configuração com o nLite), o 901 vem acompanhado com todos os drivers necessários, incluindo o sistema de gestão da energia (importante para a autonomia), bluetooth, entre outros. Todavia, convém sempre fazer o download dos drivers mais actualizados do site da Asus e é possível incluir os mesmos (pelo menos o do chipset, VGA e som) directamente na instalação do nLite.

Depois de instalado o Windows, é recomendável desligar o serviço de indexação e paginação. Mesmo com 1GB de RAM, para o tipo de utilização para qual o 901 foi feito, o Windows não precisa de recorrer ao disco por falta de memória. Por outro lado, o upgrade típico para o Eee PC será obviamente a instalação de um módulo de 2GB de RAM, a diferença é abismal, inclusive o tempo de boot do Windows. Cuidado com a escolha da memória, nem todas suportam as mudanças de FSB derivadas da gestão do processador Atom. Marcas como OCZ (value) e Silicon Power não foram compatíveis com o meu modelo em particular (“freeze” após login no Windows). A solução foi trocar por uma Kingston Value Ram. Depois de desactivar o ficheiro de paginação ficamos com mais de 2.5GB livres.

Os restantes programas (Office, etc.) podem ser instalados no segundo disco de 16GB, assim como a pasta “Os meus documentos”. Apesar de mais lento, os programas abrem com rapidez e o acesso aos dados é feito sem quaisquer problemas. A excepção verifica-se em ambiente multitarefa, com vários programas abertos. Caso um deles precisa de realizar leitura/escrita frequente, notamos alguma lentidão ao passar de um programa para outro. O caso piora quando estamos a copiar algo para a pen USB, o Eee demora alguns segundos (menos de 10) a responder a uma mudança de programa.

De acordo com alguns sites, o disco que equipa a série 901 do Eee PC são ligeiramente mais lentos na leitura dos seus equivalentes na série 701 mas mais rápidos a escrever. É óbvio que a Asus “cortou” do desempenho dos seus SSD para manter o preço da linha Eee relativamente baixo, todavia – e em defesa do fabricante – um disco “rápido” SSD de 8GB (metade do de 16 que equipa o 901) custa mais de metade do preço de um 901.

Alguns testes

É complicado fazer comparações de desempenho entre um netbook e um portátil normal: temos tecnologias diferentes (Intel Atom versus Intel Core 2 Duo, HD magnético versus SSD, entre outros). Como o Eee destina-se sobretudo ao trabalho (acesso à internet, email, Office e apresentações), vou evitar comparar capacidades multimédia e processamento de música e filmes.

Provavelmente, o pronto principal de interesse será mesmo o disco SSD. Ficam aqui os resultados obtidos:

Disco de 16GB, SSD

Disco convencional de 2.5” (100GB, 5400rpm)

Como podemos observar, a grande vantagem dos SSD face aos HD convencionais é o tempo de acesso praticamente nulo, mas a Asus “cortou” deliberadamente no armazenamento do 901, com velocidades mais baixas do que um SSD topo de gama. Os tempos de escrita no disco de 16GB são superiores aos de 4GB.

Autonomia

De acordo com o site da Asus, o 901 deveria conseguir atingir as 8 horas de funcionamento com o Windows XP e a bateria de 6600mAh (6 células). Admito que esse limite é possível de atingir com o CPU em modo de economia e ecrã com o brilho no mínimo. De acordo com os meus testes durante toda a semana, o Eee 901 atinge as 5h40m em pleno funcionamento (ecrã com brilho máximo, wifi on, , CPU em modo de “high performance – 1.6GHz), Office e navegação na internet) antes baixar automaticamente o brilho do ecrã e recomendar “vivamente” salvar o trabalho.

Em modo de poupança de energia, com brilho do ecrã moderado, processador a 800MHz e wifi ligado, o Eee consegue trabalhar mais de 6 horas.

Estes valores são muito aceitáveis para um netbook. De acordo com as especificações dos concorrentes mais directos (Acer Aspire One, Lenovo IdeaPad S10), o EeePC 901 consegue trabalhar por mais tempo.

Comparação física com um MacBook de 13″

 

 

 

 

Conclusões

O EeePC 901 é na verdade uma pequena caixa de surpresas: é um computador extremamente portátil mas capaz de acompanhar na maioria das tarefas que realizamos na Web, nomeadamente email, consulta de sites, blogging, acesso remoto, chat, entre outras. Por outro lado, a compatibilidade com o Office 2007 torna o 901 capaz de criar e editar documentos e folhas de cálculo, sem falar no PowerPoint. Como plataforma de Apresentações, o EeePC tem uma saída VGA compatível com qualquer monitor ou projector digital e os drivers da gráfica Intel 945 Mobile permitem escolher diferentes resoluções, pelo que a projecção não fica limitada aos 1024×600 do ecrã.

Por outro lado, este tipo de computador portátil não é destinado ao trabalho intenso. É certo que os mais insistentes poderão criar longos documentos e usar o Eee como um computador normal do escritório, aumentando a sua capacidade com um cartão SD adicional. Na minha opinião, é complicado usar este Asus durante horas a fio; o ecrã é demasiado pequeno para uma leitura fácil de texto, o teclado não responde tão bem como um computador portátil de maiores dimensões e o Eee é “lento” comparativamente a um Core2Duo actual. O Asus Eee 901 não pretende – nem seria justo – substituir um portátil ou computador normal.

Um EeePC – ou outro qualquer netbook – é recomendado para quem precisa de consultar a Web e email com muita frequência, seja para actualizar um blog ou consultar anexos com documentos do Office sem as limitações inerentes a um PDA. Ao contrário destes, um netbook tem um ecrã e teclado maiores, memória e poder de processamento mais eficaz e compatibilidade directa com o sistema operativo e programas que usamos no computador principal de trabalho.

A autonomia de um netbook torna-o particularmente útil nas aulas ou conferências, onde é possível tomar notas ou consultar bibliografia sem depender de uma tomada. Como não tem disco rígido convencional (nota: nem todos os netbooks têm SSD’s), este tipo de computador é mais resistente a pancadas e choques, tornando-o muito mais móvel que um portátil normal.

O Asus EeePC 901 versão Linux custa actualmente 399€, um valor muito, muito comparável a um portátil completo de gama baixa.

Pontos Positivos:

  • Autonomia;
  • Relação tamanho/peso;
  • Performance geral;
  • Compatibilidade Office/PowerPoint.

Pontos Negativos:

  • Disco SSD claramente inferior aos modelos de topo;
  • Necessidade de alguns “truques” e experiência para optimizar o Windows;
  • Upgrade quase obrigatório: 2GB de RAM (36€);
  • Teclado não uniforme;
  • Preço.

Nota final: 3.5 em 5.

Categories: netbooks, Notícias, Reviews

Review ao Protector de Ecrã Proporta – HTC Diamond

September 24th, 2008 1 comment

Texto e Imagens por Carlos Vilela

O artigo de hoje refere-se à análise do protector de ecrã para o HTC Touch Diamond, produzido pela Proporta.

O protector em questão, ao contrário da grande maioria dos modelos existentes, dá um efeito espelhado ao ecrã, quando este está desligado, o que, em alguns PDAs lhe dá um toque mais ‘fashion’, em especial em equipamentos mais apurados do ponto de vista estético, como o iPhone ou o Touch Diamond da HTC.
Como se verá adiante, embora o efeito espelhado condiga com o design do Diamond, na prática, prejudica a visualização do ecrã quando este está ligado.

Dentro da embalagem

A Proporta inclui alguns extras para além do protector, nomeadamente um pano de limpeza, um pequeno cartão para empurrar as bolhas de ar que eventualmente se formam depois da aplicação e instruções em vários idiomas.

Este modelo traz dois protectores distintos: um para o ecrã propriamente dito e outro para a zona dos botões e scroll wheel.

Não é fornecido um protector para a objectiva da câmara na parte traseira, mas seria de difícil aplicação devido ao facto de esta ficar recuada relativamente à face posterior do PDA.

O Protector

O protector de ecrã da Proporta é ligeiramente grosso e opaco, reduzindo um pouco o brilho e nitidez do ecrã. O seu efeito espelhado não tem propriedades “anti-glare”, o que penaliza a sua utilização em condições de muita luminosidade.
No entanto, o material utilizado é eficaz contra os riscos, tanto resultantes do uso normal como de acções acidentais, como sejam os provocados por chaves ou moedas.

Em termos de tamanho, o protector da Proporta adapta-se bem ao ecrã, com excepçção de uma zona na parte superior onde se situa o sensor de luminosidade, o “speaker” e a câmara de video-chamada. Isto leva a que esta zona fique desprotegida e sujeita a riscos, situação que deveria ter sido considerada no fabrico do protector. Para além disso, o protector é cerca de 1mm mais estreito que o ecrá, deixando uma pequena ‘linha’ para acumulação de sujidade junto às bordas do protector.

O protector da zona das teclas é também cerca de 1mm mais curto nas duas dimensões. Tem ainda uma abertura circular, ao centro, para o botão que fica no centro da “scroll-wheel”, e que é rebaixado relativamente ao painel.

Aplicação

Não é demais referir que antes da aplicação dos protectores, deve-se utilizar o pano de limpeza incluído para retirar quaisquer manchas de sujidade ou gordura, poeira, etc.
A aplicação do protector de ecrã é relativamente fácil, bastando para tal que se alinhe a partir do limite inferior, pois a parte de cima, por não ser rectilínea, dificulta a operação de posicionamento.

A protecção da zona das teclas é ligeiramente mais complicada, por ser mais pequena e pela necessidade de acertar milimetricamente a abertura circular central.

Todo o processo de aplicação deve ser feito com calma e deve ser repetido se verificarmos que o protector não está bem centrado. Ao mesmo tempo, devemos empurrar o protector contra o ecrã com o auxílio do cartão incluído para aderir o mesmo à superfície. Com o mesmo utensílio, empurrar para a borda as eventuais bolhas de ar. Limpar uma última vez com o pano de limpeza.

Resultado Final:

Conclusões:

Embora cumprindo com a sua função de protecção ao ecrã, a meu ver, este modelo concreto deixa muito a desejar.

Em primeiro lugar, não se adapta milimetricamente ao ecrã, ficando ainda uma boa parte (em cima, junto à câmara de video-chamada) desprotegida.

O protector produz ainda uma ligeira distorção cromática, o que diminui a qualidade de imagem do excelente ecrã VGA do Diamond.

Apesar de o ecrã do Diamond não ter um bom desempenho em condições de grande luminosidade, o protector em nada compensa este situação, antes pelo contrário, pois o facto de ser espelhado dificulta a utilização do PDA, em especial em operação no exterior, tornando por vezes totalmente impossível a visualização do conteúdo do ecrã.

Apesar de tudo, o protector dá um “feeling” de papel e caneta ao deslizar a stylus sobre o mesmo. Sendo o Diamond um verdadeiro Touch, graças ao seu interface TouchFlow 3D, a operação é feita essencialmente com os dedos. A sensação de toque é bastante boa e a reacção da interface é inclusivamente melhor do que quando se deliza o dedo directamente sobre o ecrã sem protector.

Pontos Positivos:

  • Grau de Protecção;
  • Protecção das teclas.

Pontos Negativos:

  • Produz uma distorção cromática que retira qualidade ao ecrã;
  • Reduz ligeiramente o brilho e nitidez do ecrã;
  • O efeito espelhado dificulta bastante a operação no exterior em dias de grande luminosidade;
  • Dimensões não ajustadas ao ecrã, deixando ainda parte da zona superior desprotegida.

Nota Final: 4/10

A opção pelo efeito espelhado é, no caso do Diamond, uma má aposta, pelas razões acima apontadas, ficando os 4 pontos para a excelente sensação de toque e para a preocupação tida na protecção da zona das teclas.

Categories: Opinião, Reviews

Review à Capa em Pele Proporta Flip-type para o Samsung i780

June 13th, 2008 1 comment

A Proporta é uma das marcas líder em acessórios para PDA’s e dispositivos móveis, com uma ampla gama de produtos incluindo carregadores de viagem, bolsas, protectores de ecrã e capas. Neste artigo vamos falar na Capa em Pele Flip-type para o Samsung i780.

Pessoalmente, acho que uma capa em pele é a que oferece melhor protecção ao PDA. O motivo é simples: Se bem me lembra da física, nas colisões parcialmente elásticas (queda do PDA ao chão, penso que é o modelo aplicável ao exemplo), a força cinética total depende de factores como a massa, velocidade e tempo de colisão. Ora, é este tempo de colisão que vai permitir absorver mais ou menos energia, diminuindo ou aumentando o impacto com o PDA.

O exercício é simples: em que caso o PDA estraga? Queda de 2 metros para uma superfície de esponja ou cimento? A massa do PDA é a mesma, a velocidade é a mesma (assumindo que não se altera o planeta, a aceleração gravítica mantém-se), muda só o tempo do impacto. Quanto mais deformável foi o material, mais energia absorve ao impacto. Uma capa em pele é mais deformável que uma capa de metal, permitindo um tempo de impacto maior, logo menos força é transferida ao PDA.

Vamos deixar a Física de parte e vamos falar na capa da Proporta.

Apresentação

A embalagem da capa em pele é típica da Proporta: caixa externa em cartão com todas as referências do artigo e um invólucro em plástico rígido transparente de onde é possível visualizar a capa a partir do exterior.

 

Esta apresentação é inteligente e eficaz quando o produto se encontra na prateleira de uma grande superfície, mas é pouco elegante para quem a recebe em casa depois de uma encomenda online – especialmente se já recebeu embalagens mais cuidadas de outras marcas. Por outro lado, a caixa é dos detalhes menos importantes na análise a uma capa, pelo que demais comentários devem ficar a cargo de um profissional de publicidade ou design.

 

A Capa em Pele Flip-type

Como demonstram as imagens, o material da capa é de excelente qualidade. Aliás, é um tipo de pele que não só protege como dá uma outra aparência – quase de luxo – ao PDA. Quem gosta de acessórios em pele, esta capa tem o aroma típico do couro e faz-se sentir de forma bastante agradável. A sua textura é suave e não mancha com a transpiração.

 

 

Esta capa é do tipo flip, ou seja, é aberta tal como um bloco de notas de jornalista (para cima). Ambos os tipos de capa – flip e livro – têm as suas vantagens e desvantagens, pelo que a escolha vai depender muito do gosto pessoal do utilizador. Regra geral, as do tipo livro oferecem um sistema de fixação do PDA mais apurado e seguro, embora as do tipo flip sejam mais fáceis de utilizar e cómodas na hora de atender uma chamada.

 

 

Em termos de volume, o conjunto PDA+capa não é exagerado e “encaixa” bem na mão. O detalhe do logótipo da Proporta junto ao fecho magnético é elegante e de bom gosto.

 

 

 

Em termos de protecção, a capa inclui o famoso “Sistema de Protecção do Ecrã” que consiste numa fina folha de alumínio inserida na parte superior, garantindo uma maior rigidez, apesar do pequeno aumento de volume.

 

No que toca à usabilidade, a capa para o i780 está melhor em alguns aspectos: tem o respectivo orifício para a câmara e coluna de som, o touchpad está livre e pode ser usado sem restrições assim como todos os botões e teclas, slot do cartão MicroSD e conector USB estão livres. Não é necessário retirar o PDA da capa em utilização normal, só mesmo para mudar a bateria. O fecho da capa é o habitual fecho magnético que não apresenta quaisquer problemas no encaixe.

 

 

 

 

O sistema de retenção do PDA consiste em duas braçadeiras de plástico que fixam o aparelho lateralmente, logo acima do botão da câmara. Infelizmente, a Proporta não inclui uma “presilha” semelhante para a parte inferior e superior do PDA, permitindo que o mesmo deslize em caso de movimento abrupto com a capa aberta, como acontece normalmente quando atendemos uma chamada com uma só mão. Na maioria dos casos, devido à forma do Samsung, o PDA tende a deslizar para cima e o botão da câmara é premido inoportunamente.

 

 

A capa vem acompanhada pelo habitual clip para o cinto em plástico. Para usá-lo, basta retirar o parafuso da parte traseira da capa e encaixar no seu lugar o clip.

 

Conclusões

A Proporta uma vez mais demonstra a razão pela qual é líder em acessórios para dispositivos móveis: a qualidade do couro é excelente, tal como o design da capa com o respectivo logótipo da marca. Esta capa é um luxo, significa que o utilizador está a pagar não só a protecção acrescida da folha de alumínio mas também o aspecto e qualidade do material.

 

Por outro lado, a capa precisa de um sistema de retenção para a parte superior e inferior do PDA para evitar que o aparelho deslize para cima e para baixo durante um movimento mais forte.

Pontos Positivos:

  • Qualidade do couro;
  • Design;
  • Sistema de Protecção do Ecrã.

Pontos Negativos:

  • Preço (embora valha a pena, mas considero um luxo);
  • Sistema de retenção precisa de ser melhorado.

Nota: 7/10

Para os três pontos, a Proporta precisa de rever o sistema de retenção do PDA e fazer mais testes de utilização “real” das suas capas. Bastam algumas horas de utilização para qualquer utilizador reparar que o PDA consegue mover-se dentro da capa, premindo desnecessariamente o botão da câmara.

Link: Capa em Pele Proporta Flip-type para o Samsung i780

Categories: Opinião, Reviews