Baseado em especificações de caixas de protecção, a MacRumors extrapolou qual o provável design do novo iPhone 5, previsto para Setembro ou Outubro.
Com uma maior área para o ecrã e novo botão oval, o novo design deve permitir gestures específicos no botão Home. Em termos de dimensões, o iPhone 5 deverá ser mais curto, mas ligeiramente mais largo e fino que o actual 4.
O conceito de tablet existe já há algum tempo, mas uma vez mais a Apple consegue reintroduzir o segmento e torná-lo apelativo mesmo a pessoas que nunca viram os tablet como uma solução real de mobilidade. Sou uma dessas pessoas, adepto incondicional de uma ferramenta que não muda desde a sua invenção – o teclado – os tablet no meu ponto de vista não acrescentam valor ou funcionalidade à dupla smartphone+sub-laptop (nota: o novo macbook air de 11″ é-me muito mais apelativo do que qualquer tablet).
Experimentei hoje um iPad. Fiquei siderado com o ecrã – nem o consigo imaginar com o retina display – e com a fluidez das aplicações e usabilidade. O seu proprietário instalou inclusive o iWorks para iPad, ou seja, grande parte das funcionalidades de um bom processador de texto, folha de cálculo e software de apresentações estão lá disponíveis.
O teclado virtual também é bom, tenho de o admitir, mas bastou começar a escrever este post no dito para rapidamente dar-me conta de como é bom sentir um teclado verdadeiro e ouvir o bater das teclas, além da precisão que se consegue teclar. Voltei ao meu EEE enquanto ouvia falar maravilhas sobre o iPad.
Sem dúvida que o tablet da Apple foi uma aposta ganha e mais um segmento a controlar. Os outros fabricantes não podem fazer mais nada do que inovar, criar e… tentar acompanhar. O Galaxy Tab é um desses concorrentes.
Enquanto o iPad tenta colocar-se entre um sub-laptop e um iPhone (apesar da Apple negar), foi facilmente constado que não acrescenta funcionalidades nem a um, nem a outro. Um sub-laptop pode ser lento, mas em regra está equipado com um verdadeiro sistema operativo de desktop. Digam o que disserem, posso instalar no meu EEE um verdadeiro Office 2007, posso navegar na net, ver sites com flash, retirar conteúdos da web e guardar numa pen.
Um iPad pode correr o iOS4, mas não é igualmente portátil como um iPhone. As comunicações estão limitadas à navegação na internet, nem videoconferência é capaz de realizar. O iPad não é um iPhone com um grande – e lindo – ecrã, é mais um iPod Touch aumentado com um óptimo marketing que criou não novas funcionalidades mas necessidades nos potenciais clientes. Muitos deles dizem, “Eu nem sabia que precisava de um iPad”.
Não estou a dizer mal do iPad. Apenas que não substitui – nem pretende – um bom smartphone e um sub-laptop. Às tantas é capaz de substituir às vezes, mas não nas coisas realmente importantes. É um novo equipamento, destinado a quem gosta de ler, navegar na web e por aí adiante. É um bom “entretainer”.
Por outro lado, a Samsung desenvolveu um conceito talvez mais “inteligente” do que é um tablet. Não me vejo comprador de um iPad ou Galaxy Tab na mesma, mas o GTab tem algumas vantagens que devem ser analisadas.
Como visto, o iPad não acrescenta funcionalidade à dupla iPhone+sub-laptop. É capaz de correr programas mais avançados do que o iPhone, mas não tem mais funcionalidades do que este. Por mais avançado que seja, um qualquer sub-laptop é capaz de correr versões completas de suites de software.
A Samsung analisou o conceito e o Galaxy Tab é um aparelho que congrega as funções que distinguem um smartphone de um sub-laptop. O GTab faz chamadas, tem videoconferência, filma em HD, tem saída para TV em alta definição, permite partilhar ficheiros multimédia sem estar limitado ao iTunes, está equipado com um sistema operativo que, apesar de destinado a equipamentos móveis, é muito mais avançado que o iOS. Ah, e faz o mesmo que o iPad.
Em termos de tamanho, o GTab é verdadeiramente portátil e fácil de agarrar. O ecrã é bom, não sei se melhor mas no mínimo comparável ao do iPad, mesmo 3″ menor em termos de tamanho.
Em suma, não sou comprador de nenhum dos dois, mas se vier oferecido, um Galaxy Tab sff
A TMN conseguiu finalmente acordo para comercializar o iPhone. Depois da Vodafone e Optimus, o maior operador de telecomunicações móveis português disponibiliza o terminal nas versões de 16 e 32GB incluindo um tarifário de dados especial, à semelhança dos concorrentes.
O tarifário baseia-se nos planos Unlimited que inclui 600MB de tráfego de dados mensais e comunicações gratuitas para a TMN e outras redes, com base numa mensalidade fixa de 15, 30, 60 ou 100€ – onde o primeiro tarifário apenas disponibiliza o acesso à internet e o último inclui comunicações a 0€ para todas as redes. Com vinculação de 24 meses, o preço final do aparelho varia consoante o tarifário escolhido.
Líder em soluções e acessórios para dispositivos móveis, a Proporta apresentou recentemente a sua nova linha de produtos, baseados nos princípios de sustentabilidade ecológica, denominada Proporta Smart.
Estes produtos, fabricados com materiais reciclados e recicláveis, foram desenhados com o objectivo de reduzir a energia necessária ao seu fabrico e minimizar desperdícios, desde a fase de implementação à distribuição. Em análise temos a capa em Couro Reciclado para o iPhone 3Gs, um dos novos produtos da linha smart.
A Capa
À primeira vista, a embalagem é completamente diferente. Nada de plástico, nada de clip para o cinto ou instruções de utilização. Apenas a capa presa numa tira de papel reciclado e um suporte para expositor feito de madeira.
A simplicidade da embalagem mostra alguns detalhes geniais na concepção do produto: as instruções estão marcadas no suporte de madeira – sem papel ou tinta – e o próprio suporte revela-se útil para outras funções.
No que toca aos materiais, estava particularmente interessado no tipo de couro utilizado. Outras capas – já vistas aqui anteriormente – mostram um tipo de pele de qualidade, com textura natural e toque característico. A capa Smart apresenta um couro liso com textura e aspecto tipo borracha, muito macio. Diferente é certo do toque natural de outros couros, mas com um óptimo aspecto. A suavidade da textura enquadra bem com o tecido interno que protege o equipamento: fabricado com materiais reciclados e biodegradáveis, o tecido tem um aspecto de serapilheira e é igualmente agradável e suave ao toque.
Toda a capa está recheada de detalhes, desde a inscrição “Proporta Smart” ao pequeno logótipo.
Em termos de suporte do equipamento, a Proporta equipou a capa com três entalhes em plástico, dois ao lado e um em baixo. Infelizmente, um dos entalhes tapa a coluna de som do iPhone, seria recomendável talvez fazer dois entalhes a coincidir com os parafusos, por exemplo.
Protecção
A linha smart abandona a fina folha de alumínio característica do sistema de protecção Proporta. No seu lugar, o suporte de expositor é introduzido na capa superior, agindo como escudo contra impactos. De acordo com a Proporta, o bambu é resistente e mais ecológico que o alumínio, para além do impacto ambiental associado.
Na minha opinião, apesar de mais grosso que a folha de alumínio, a leveza do bambu e aspecto são igualmente suficientes para uma protecção eficaz do ecrã. No entanto, a parte superior da capa não é fixa em suporte magnético, pelo que pode sempre abrir em caso de queda.
Conclusão
Em termos de apresentação, a capa Smart para iPhone está na linha de elegância e qualidade associada à Proporta, com aspecto melhorado – arrisco – graças aos materiais.
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