Windows Mobile e Linux: um guia passo-a-passo
Confesso que não uso Linux desde que saí da faculdade, aliás, se me posso considerar sequer um utilizador assíduo de Linux. Portanto, não tenho possibilidade de experimentar o tutorial abaixo descrito nem sei se funciona correctamente, mas é uma boa ideia.
Sincronizar Windows mobile com Linux

- Instalar os seguintes pacotes: synce-kpm, multisync-gui, sync-hal, synce-sync-engine, libopensync-plugin-evolution2, libopensync-plugin-synce-wm5;
- Permitir a ligação 169.254.2.0/24 (RNDIS interface default) na firewall. Podemos usar o seguinte comando no iptables: iptables -A INPUT -s 169.254.2.0/24 -j ACCEPT;
- Ligar o dispositivo e correr o synce-kpm. A primeira vez será necessário criar uma parceria;
- Sincronizar com o Evolution: Executar o multisync-gui e criar um grupo de dois utilizadores;
- O primeiro utilizador usa o plugin evo2-sync e o segundo o synce-opensync-plugin;
- Fazer refresh e deve sincronizar sem problemas.
Em caso de falha de sincronização no sentido Evolution->PDA, usar o seguinte patch no opensync.py:
--- opensync.py.orig 2010-05-06 11:39:27.990099056 +0800 +++ opensync.py.new 2010-05-06 11:39:27.968098490 +0800 @@ -163,7 +163,11 @@ class OSyncChange(object): thisown = _swig_property(lambda x: x.this.own(), lambda x, v: x.this.own(v), doc='The membership flag') __repr__ = _swig_repr def __init__(self, obj = None): - this = _opensync.new_OSyncChange(obj) + # this = _opensync.new_OSyncChange(obj) + if obj: + this = _opensync.new_OSyncChange(obj) + else: + this = _opensync.new_OSyncChange() try: self.this.append(this) except: self.this = this __swig_destroy__ = _opensync.delete_OSyncChange
Créditos: indragunawan.com e WMExperts.com
Categories: Dicas, Notícias, PDA, Windows Mobile Pro, WM Standard

Devido a estes procedimentos “geeks” e pouco acessíveis à maioria das pessoas, é que (quase) ninguém adopta a 100% uma distro Linux.
Eu tenho vindo a tentar usar o Linux há vários anos e nunca consegui substituir completamente o Windows.
A minha melhor adaptação foi com a última versão do Ubuntu, 10.04, muito acessível porque é das distros que mais se tenta aproximar dos utilizadores do Windows. Claro que tive de googlar algumas horas para poder instalar certos programas e conseguir perceber certos aspectos de utilização, mas nada parecido do que passei com as anteriores versões.
Em poucos dias consegui “dominar” o bicho e neste momento uso o Ubuntu como 2.º sistema, para ir aprendendo a substituir o Windows, mas depois aparecem estes “pormenores”, que nos deixam sem uma solução fácil e acessível.
Uso o WINE em alguns programas porque não existe versão para Linux, mas alguns programas não são compatíveis e por isso acabo por ter de voltar ao Windows para poder fazer essas tarefas.
Com o tempo, acredito que a taxa de utilização de Linux possa aumentar, mas não será de grande monta.
Acredito mais no “hype” do novo Google OS, que já se mostrou de fácil utilização, pois muitos dos programas são “web-based” e acredito que venha a ganhar bastante mercado, em especial nos netbooks.
Olá novamente.
Vim só acrescentar ao meu comentário que hoje experimentei o novo Linux Mint 9 (Isadora) e está muito bom.
Utilizei a ferramenta “Mint4Win”, que faz o mesmo que o “Wubi”, instalando o Linux como se fosse um programa normal, sem perder tempo a fazer partições, etc.
A diferença para o Ubuntu é que este Mint já vem com todos os plugins instalados, desde Flash, codecs, etc, simplificando ainda mais a sua utilização para quem vem do Windows. Recomendo.
Vou ver se existe alguma nova ferramenta para sincronizar com telemóveis, mas duvido. É uma das coisas que ainda não consegui fazer em Linux. As instruções dadas pelo Sandro parecem-me complexas, mas vou tentar perceber e aplicar.
Bom feedback Mário, obrigado.
Aqui foi mesmo Suse