A Proporta, líder em soluções e acessórios para a mobilidade, desenvolveu uma nova linha de produtos “verde” baseados nos princípios de sustentabilidade ecológica.
A nova linha utiliza materiais reciclados e componentes naturais – como o bambu – em substituição do habitual alumínio para protecção do ecrã. Por outro lado, os detalhes desde o fabrico, produção de matéria prima, embalagem e até o transporte foram redefinidos com o objectivo de reduzir as emissões de carbono e preço final dos produtos.
Os princípios e novas orientações para a redução da pegada de carbono na indústria são conhecidos desde a década de 80, mas só nos últimos anos é que os maiores fabricantes de tecnologia implementaram algumas daquelas orientações – onde o caso mais mediático será provavelmente o da Apple. A Proporta será provavelmente o primeiro fabricante de acessórios a desenvolver uma nova linha de produtos. Conheça-os aqui.
O Froyo, como é conhecido, foi oficialmente apresentado. A nova versão 2.2 do Android promete ser 2 a 5 vezes mais rápida que a versão anterior e suporta nativamente as tecnologias Flash, Adobe Air, sincronização via wifi, entre outras funcionalidades.
Outros argumentos importantes prendem-se com o novo gestor de tarefas, barra de navegação, partilha de ligação à internet (usar o PDA como modem – sinceramente tanto no iPhone como no Android acham maravilhas disto, o Windows Mobile 5 já incluía aquela função), browser mais rápido e armazenamento externo para aplicações (oh maravilha, WM2003).
Confesso que não uso Linux desde que saí da faculdade, aliás, se me posso considerar sequer um utilizador assíduo de Linux. Portanto, não tenho possibilidade de experimentar o tutorial abaixo descrito nem sei se funciona correctamente, mas é uma boa ideia.
Sincronizar Windows mobile com Linux
Instalar os seguintes pacotes: synce-kpm, multisync-gui, sync-hal, synce-sync-engine, libopensync-plugin-evolution2, libopensync-plugin-synce-wm5;
Permitir a ligação 169.254.2.0/24 (RNDIS interface default) na firewall. Podemos usar o seguinte comando no iptables: iptables -A INPUT -s 169.254.2.0/24 -j ACCEPT;
Ligar o dispositivo e correr o synce-kpm. A primeira vez será necessário criar uma parceria;
Sincronizar com o Evolution: Executar o multisync-gui e criar um grupo de dois utilizadores;
O primeiro utilizador usa o plugin evo2-sync e o segundo o synce-opensync-plugin;
Fazer refresh e deve sincronizar sem problemas.
Em caso de falha de sincronização no sentido Evolution->PDA, usar o seguinte patch no opensync.py:
--- opensync.py.orig 2010-05-06 11:39:27.990099056 +0800
+++ opensync.py.new 2010-05-06 11:39:27.968098490 +0800
@@ -163,7 +163,11 @@ class OSyncChange(object):
thisown = _swig_property(lambda x: x.this.own(),
lambda x, v: x.this.own(v), doc='The membership flag')
__repr__ = _swig_repr
def __init__(self, obj = None):
- this = _opensync.new_OSyncChange(obj)
+ # this = _opensync.new_OSyncChange(obj)
+ if obj:
+ this = _opensync.new_OSyncChange(obj)
+ else:
+ this = _opensync.new_OSyncChange()
try: self.this.append(this)
except: self.this = this
__swig_destroy__ = _opensync.delete_OSyncChange
A Microsoft não deixou a plataforma Windows Mobile ao abandono. Aquele sistema operativo, optimizado para dispositivos de trabalho e produtividade, deve receber brevemente a nova versão do Office Mobile 2010 através do Windows Marketplace.
De acordo com a WMExperts.com, que cita várias fontes oficiais da Microsoft, o novo Office mobile 2010 conta com o Sharepoint e versões actualizadas do Word, Excel e OneNote. Para aceder ao mesmo, basta navegar pelo Windows Marketplace.
Em paralelo, surge uma solução de partilha de ficheiros “na nuvem” – semelhante ao dropbox – para o Windows Phone 7. O CloudFiles, ainda em beta, permite partilhar ficheiros e informação, não só via armazenamento remoto como via email e outros.
Apesar da opinião pública da Apple em relação ao flash – que por acaso acabo por concordar na maioria dos pontos – surgiu no youtube um vídeo de demonstração do flash a correr em Android. Sem outros adjectivos, a performance é simplesmente brutal.
O facto curioso é que este Android é ligeiramente “dopado”: trata-se já de um beta da versão 2.2 “Froyo” a correr no Nexus One.
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