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	<title>Comments on: Seis anos depois</title>
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	<description>Um blog sobre mobilidade e tecnologias móveis</description>
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		<title>By: Sandro Correia</title>
		<link>http://mobilidades.net/2008/11/07/seis-anos-depois/comment-page-1/#comment-888</link>
		<dc:creator>Sandro Correia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 23:02:47 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;p&gt;Boa noite&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Amigo Carlos, não digo que o WM é mau, pelo contrário - é uma plataforma muito abrangente e capaz de se adaptar às necessidades específicas de cada utilizador dado a variedade de soluções de software, diferentes modelos disponíveis e grau de personalização - até ao momento - imbatível. Todavia, como refere e bem, num dado momento chegamos à conclusão que porventura uma outra solução seria mais adequada, mas pelas influências do mercado ou mesmo relutância na adaptação (especialmente no tempo que demoramos nessa adaptação), mantemos a plataforma e as suas vantagens e limitações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como qualquer coisa, o valor comercial de um dispositivo WM é muito subjectivo: são aparelhos extremamente caros e pecam pela rápida desvalorização após alguns meses de uso. Em termos de evolução tecnológica, salvo algumas excepções, pouco ou nada mudou nestes últimos dois anos. Novas interfaces que correm sobre o mesmo kernel ou &quot;upgrades&quot; de memória não são revolucionários mas sim uma resposta forçada às plataformas emergentes como o iPhone e Android. Até a RIM teve de lançar um novo Blackberry com interface táctil - sem falar da Nokia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste contexto, o que foi revolucionário nestes dois anos nem foram os novos CPU&#039;s Qualcomm ou os aparelhos com ecrã WVGA. A revolução foi na forma como comunicamos com os nossos aparelhos e como essa resposta ajuda a trabalhar e a produzir mais no mesmo período de tempo. Não foi por acaso que as grandes marcas exigiram melhorias à Microsoft nas funcionalidades do WM 6.1 - nem é por acaso que a Motorola praticamente exigiu a disponibilização do 6.5 até ao WM7 estar concluído. Na adaptação da versão OEM do WM, cada fabricante desenvolveu até a sua própria interface gráfica amiga do utilizador: das mais conhecidas contam-se a da HTC e a da LG - com a HP pelo meio. A Samsung foi também obrigada a desenvolver um híbrido entre o touchflo e os widgets do Windows Vista - embora sem grandes melhorias de acordo com os respectivos utilizadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em resumo, por vezes a procura da melhor ferramenta não passa necessariamente de escolher aquela mais recente ou com o hardware mais variado. Passa, sobretudo, na escolha do sistema operativo, nas suas funcionalidades e no desempenho específico de tarefas - aquilo que ele é realmente bom. O Windows Mobile é um &quot;pau de toda a obra&quot;, mas não é &quot;o&quot; melhor quando temos necessidades específicas. Por exemplo, em termos de telefonia, garanto que um Sony Ericsson ou Nokia - mesmo com alguns anos - tem um som ou recepção acima da média. Todavia nenhum deles é tal versátil como o WM.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ora, no meu caso em particular, com a ajuda do EEE deixei de precisar dessa versatilidade do WM - pelo menos aparentemente. Infelizmente, pelas razões acima referidas de desvalorização dos equipamentos, esta seria a altura ideal de vender o i780 antes de baixasse ainda mais de preço com as campanhas de Natal. Assim foi. O seu novo proprietário terá provavelmente mais proveito das funcionalidades e versatilidade do WM do que eu estava a aproveitar neste momento. Faz mais sentido que ele use um WM, não eu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desta feita estou à procura de uma outra plataforma que tenha um desempenho superior nas tarefas que darei ao novo aparelho. Será, sobretudo, para me manter em contacto, gerir a agenda e tarefas, ler email e as RSS, ouvir música e... pouco mais. O resto estou a realizar no EEE com maior conforto e mesmo autonomia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste momento - e porque o dinheiro vem aos poucos - venha lá o Zire e os seus 2MB de memória e o fiel Nokia :)&lt;/p&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite</p>
<p>Amigo Carlos, não digo que o WM é mau, pelo contrário &#8211; é uma plataforma muito abrangente e capaz de se adaptar às necessidades específicas de cada utilizador dado a variedade de soluções de software, diferentes modelos disponíveis e grau de personalização &#8211; até ao momento &#8211; imbatível. Todavia, como refere e bem, num dado momento chegamos à conclusão que porventura uma outra solução seria mais adequada, mas pelas influências do mercado ou mesmo relutância na adaptação (especialmente no tempo que demoramos nessa adaptação), mantemos a plataforma e as suas vantagens e limitações.</p>
<p>Como qualquer coisa, o valor comercial de um dispositivo WM é muito subjectivo: são aparelhos extremamente caros e pecam pela rápida desvalorização após alguns meses de uso. Em termos de evolução tecnológica, salvo algumas excepções, pouco ou nada mudou nestes últimos dois anos. Novas interfaces que correm sobre o mesmo kernel ou &#8220;upgrades&#8221; de memória não são revolucionários mas sim uma resposta forçada às plataformas emergentes como o iPhone e Android. Até a RIM teve de lançar um novo Blackberry com interface táctil &#8211; sem falar da Nokia.</p>
<p>Neste contexto, o que foi revolucionário nestes dois anos nem foram os novos CPU&#8217;s Qualcomm ou os aparelhos com ecrã WVGA. A revolução foi na forma como comunicamos com os nossos aparelhos e como essa resposta ajuda a trabalhar e a produzir mais no mesmo período de tempo. Não foi por acaso que as grandes marcas exigiram melhorias à Microsoft nas funcionalidades do WM 6.1 &#8211; nem é por acaso que a Motorola praticamente exigiu a disponibilização do 6.5 até ao WM7 estar concluído. Na adaptação da versão OEM do WM, cada fabricante desenvolveu até a sua própria interface gráfica amiga do utilizador: das mais conhecidas contam-se a da HTC e a da LG &#8211; com a HP pelo meio. A Samsung foi também obrigada a desenvolver um híbrido entre o touchflo e os widgets do Windows Vista &#8211; embora sem grandes melhorias de acordo com os respectivos utilizadores.</p>
<p>Em resumo, por vezes a procura da melhor ferramenta não passa necessariamente de escolher aquela mais recente ou com o hardware mais variado. Passa, sobretudo, na escolha do sistema operativo, nas suas funcionalidades e no desempenho específico de tarefas &#8211; aquilo que ele é realmente bom. O Windows Mobile é um &#8220;pau de toda a obra&#8221;, mas não é &#8220;o&#8221; melhor quando temos necessidades específicas. Por exemplo, em termos de telefonia, garanto que um Sony Ericsson ou Nokia &#8211; mesmo com alguns anos &#8211; tem um som ou recepção acima da média. Todavia nenhum deles é tal versátil como o WM.</p>
<p>Ora, no meu caso em particular, com a ajuda do EEE deixei de precisar dessa versatilidade do WM &#8211; pelo menos aparentemente. Infelizmente, pelas razões acima referidas de desvalorização dos equipamentos, esta seria a altura ideal de vender o i780 antes de baixasse ainda mais de preço com as campanhas de Natal. Assim foi. O seu novo proprietário terá provavelmente mais proveito das funcionalidades e versatilidade do WM do que eu estava a aproveitar neste momento. Faz mais sentido que ele use um WM, não eu.</p>
<p>Desta feita estou à procura de uma outra plataforma que tenha um desempenho superior nas tarefas que darei ao novo aparelho. Será, sobretudo, para me manter em contacto, gerir a agenda e tarefas, ler email e as RSS, ouvir música e&#8230; pouco mais. O resto estou a realizar no EEE com maior conforto e mesmo autonomia.</p>
<p>Neste momento &#8211; e porque o dinheiro vem aos poucos &#8211; venha lá o Zire e os seus 2MB de memória e o fiel Nokia <img src='http://mobilidades.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>By: Carlos Vilela</title>
		<link>http://mobilidades.net/2008/11/07/seis-anos-depois/comment-page-1/#comment-889</link>
		<dc:creator>Carlos Vilela</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 18:50:55 +0000</pubDate>
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		<description>Sandro,

Sou da opinião de que não nos devemos agarrar em demasia a uma determinada marca ou plataforma, embora em certos casos tal seja difícil, dada a predominância de mercado de algumas marcas/sistemas.
No caso dos PDAs, também comecei com um Palm (o M130, já com ecrã a cores) e foi o meu &#039;pau para toda a obra&#039; durante mais de um ano, com excepção da parte de telefone, em que usava um Nokia 6150.
Posteriormente passei para a plataforma Windows Mobile e aí me tenho mantido, talvez porque só agora comecem a surgir alternativas mais ou menos viáveis a esta plataforma.
Ainda assim, e nos tempos mais próximos, não me vejo a migrar para um esquema diferente, seja de marca (HTC), seja de sistema (Windows Mobile).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sandro,</p>
<p>Sou da opinião de que não nos devemos agarrar em demasia a uma determinada marca ou plataforma, embora em certos casos tal seja difícil, dada a predominância de mercado de algumas marcas/sistemas.<br />
No caso dos PDAs, também comecei com um Palm (o M130, já com ecrã a cores) e foi o meu &#8216;pau para toda a obra&#8217; durante mais de um ano, com excepção da parte de telefone, em que usava um Nokia 6150.<br />
Posteriormente passei para a plataforma Windows Mobile e aí me tenho mantido, talvez porque só agora comecem a surgir alternativas mais ou menos viáveis a esta plataforma.<br />
Ainda assim, e nos tempos mais próximos, não me vejo a migrar para um esquema diferente, seja de marca (HTC), seja de sistema (Windows Mobile).</p>
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